Fabricio Breve - Página Pessoal
Português Português   English English
www.fabriciobreve.com
         
Informações Gerais
Publicações
Currículo Lattes
Trabalhos Acadêmicos
Softwares
Links
Links
Análise de Sinais e Sistemas (UFSCar)
Teoria da Computação (EEP)
PHP (SENAC)
Banco de Dados I (FSL)
Redes de Computadores (FSL)
Laboratório de Programação (FSL)
Laboratório de Redes de Computadores e Sistemas Operacionais (FSL)
Sistemas Orientados a Objetos (UNESP)
Análise de Sistemas (UNESP)
Tópicos: Computação Avançada (UNESP)
Organização de Computadores (UNESP)
Redes de Computadores (UNESP)
Sistemas Operacionais II (UNESP)
Computação Inspirada pela Natureza (UNESP)

Google Scholar ORCID iD icon
 

NOTICE: This page is no longer mantained. Please check the new home page.

Disciplina:                  Eletricidade e Magnetismo

Experiência:     Capacitores

Objetivo

            Aprender o funcionamento do capacitor

Introdução  Teórica


Capacitores

 

            Um dispositivo muito usado em circuitos elétricos é denominado capacitor. Este aparelho é constituído por dois condutores separados por um isolante: os condutores são chamados armaduras (ou placas) do capacitor e o isolante é o dielétrico do capacitor, Costuma-se dar nome a esses aparelhos de acordo com a forma de suas armaduras. Asssim temos capacitor plano, capacitor cilíndrico, capacitor esférico etc. O dielétrico pode ser um isolante qualquer como o vidro, a parafina, o papel e muitas vezes o próprio ar.

 

Capacitância de um capacitor

 

            Consideremos um capacitor qualquer, com as armaduras planas, por exemplo, e liguemos estas armaduras aos pólos de uma bateria. Em virtude desta ligação, estas armaduras receberão cargas: a armadura A, ligado ao pólo positivo, recebe uma carga +Q e a armadura B, ligada ao pólo negativo, recebe uma carga -Q. Dizemos, então, que o capacitor ficou carregado com carga Q. É fácil concluir que, nestas condições, há entre as armaduras do capacitor uma diferença de potencial VAB, igual àquela que existe entre os pólos da bateria.

            Pode-se perceber também que, se o capacitor for ligado a outra bateria de maior voltagem, a carga que as placas irão adquirir será maior. Entretanto, verifica-se que, para um dado capacitor, a relação entre a carga Q adquirida e a diferença de potencial VAB  aplicada é constante. Esta constante, denominada capacitância do capacitor, é característica do aparelho e é representada pelo símbolo C. Assim temos:

 

C = Q / VAB

 
 

 

 


No S.I., medindo-se a carga em coulombs e a voltagem em volts, a capacitância é medida em farads, que se representa por F. Então, temos:

 

1 F = 1 C / V

 

            Em resumo, podemos dizer que a capacitância C de um capacitor é obtida dividindo-se a carga Q, distribuída em suas armaduras, pela voltagem aplicadas a elas. A expressão matemática desta grandeza é:

 

C = Q / VAB

 

A unidade de medida de C no S.I. é o farad (1F = 1 C/V).

Fatores que influenciam na capacitância

 

            A capacitância de um capacitor, como vimos, é uma constante característica do aparelho. Asssim, ela vai depender de certos fatores próprios do capacitor, que examinaremos a seguir.

            A área das armaduras, por exemplo, influi na capacitância, que é tanto maior quanto for o valor desta área. Em outras palavras, a capacitância C é proporcional à área A de cada armadura, ou seja

C µ A

 
 

 

 


Então para aumentarmos a capacitância de um capacitor, devemos aumentar a área de suas armaduras.

A espessura do dielétrico é um outro fator que influi na capacitância. Verifica-se que quanto menor for a distância d entre as armaduras maior será a capacitância C do aparelho, isto é:

 

C µ 1/d

 
 

 

 

 


Lista de Materiais

 

·         1 multímetro analógico

·         1 resistor de 22 KW

·         fios elétricos

·         1 fonte elétrica de 25 volts

·         2 capacitores de 470 mF Ceq 2C

Procedimento Experimental e Resultados

 

Primeiramente montamos o seguinte circuito:

 

 

Em seguida colocamos o multímetro para medir a tensão nos capacitores, regulamos a fonte para 25 V, ligamos a fonte no circuito e observamos o tempo que leva para os capacitores adquirirem carga. Obtivemos a tabela abaixo:

 

Vc (V)

0,0

2,5

5,0

7,5

10,0

12,5

15,0

17,5

20,0

22,5

25,0

t(s)

0

1

4

7

10

15

20

27

38

62

190

 

Desta tabela obtivemos o seguinte gráfico:

 

 

 

(Atenção gays, coloquem o gráfico aqui)

 

 

 

 

Depois, tirando a fonte do circuito, observamos o tempo que os capacitores levavam para perder sua carga e obtivemos a seguinte tabela:

 

Vc (V)

25,0

22,5

20,0

17,5

15,0

12,5

10,0

7,5

5,0

2,5

0,0

t(s)

0

3

5

8

12

16

21

27

37

54

164

 

Desta tabela obtivemos o seguinte gráfico:

 

 

(Atenção gays, coloquem o outro gráfico aqui)

 

 

 

Discussão

           

Aqui tem que fazer, bom divertimento.

 

Conclusão

 

E aqui também, bom divertimento 2.

 
eXTReMe Tracker

"É soberbo, e nada sabe, mas delira acerca de questões e contendas de palavras, das quais nascem invejas, porfias, blasfêmias, ruins suspeitas," (1Tm 6:4)

Webdesigner: Fabricio Breve 1997 - 2003
[email protected] - Privacidade